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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Hostel Serra Carioca - Nova Friburgo

Minha primeira viagem do ano foi à Nova Friburgo. 

Já tinha estado nesta cidade uma única outra vez, em 2018, e fui recebida pelo Rafa através do "couchsurfing", uma experiência que me permitiu hospedagem e companhia para conhecer a linda cidade serrana.

Desta vez, minha intenção era fazer a trilha do Pico da Caledônia.

Reservei uma noite no Hostel Serra Carioca.

Fica meio distante do centro da cidade (uns 4 km). 

Mas era o lugar mais em conta que eu encontrei e, como somente precisava de um lugar para tomar um banho e dormir com segurança, topei.

O valor pelo site estava R$ 67,00 porém, como eu tinha um desconto programado no site da booking.com, no qual minha diária ficava em R$ 57,00, contratei uma acomodação dupla que ficou inteira pra mim.

O lugar é bem bonito e, parece, já foi também um restaurante. 

Aceita pagamento no cartão de crédito, tem uma internet wifi muito boa e é super limpinho.
Como eu ia fazer trilha, levei apenas uma mochila pequena, com pouco peso. 
Não deu para carregar chinelos. 
Precisei caminhar pelo quarto e não juntou nenhuma sujeirinha no pé ... rs.
Outra coisa boa é que meu quarto (com duas camas) tinha um banheiro privativo.
Recebi, no check-in uma toalha e um sabonetinho.
Legal.
O banheiro estava impecavelmente limpo.
O chuveiro ?
Para um verdadeiro banho dos deuses.
A janela de meu quarto, no primeiro piso, ficava bem de frente para a recepção.
Mas o hostel parecia estar vazio e por isso, nada de ruído me incomodou.
Outra coisa é que ele fica numa via super movimentada (BR-116) mas do lado depois do Rio Bengalas, distanciado do som de caminhões, ônibus, carros e motos.
Super tranquilo, silencioso de tudo.
A única presença que tive foi de uma linda mariposa que quis estacionar na minha cama ... tive de pô-la para fora antes de apagar as luzes para dormir.
Legal que os quartos de nomes de atrações ... fiquei no quanto Cão Sentado.
Deveria ter ficado no Caledônia ... o nome da montanha que eu queria subir nesta viagem,

Outra observação que eu queria fazer era sobre o anúncio da hospedagem, informando a cozinha compartilhada, no site do booking.com.

Na prática, não tinha como usar uma cozinha sem fogão, sem microondas.
Tinha apenas uma geladeira e uma sanduicheira.
Eu já não tinha almoçado e desejava, ao menos, preparar o miojo que eu levei.
O miojo viajou ... foi do Rio de Janeiro até Nova Friburgo e voltou para a capital fluminense.
Um "lamèn" viajante ... isso dá até uma crônica.
Uma pena ... fiquei meio decepcionada, creio sempre que hostel tem de ter cozinha. 
Mas tem uma padaria ali perto que dá pro gasto.
A falta da cozinha foi o único ponto negativo desta experiência.
E tens uns cantinhos bem interessantes no Hostel Serra Carioca.
Gostei e indico esta hospedagem.


sábado, 15 de fevereiro de 2020

Trilha do Castelinho ou "Meu Castelo" !!

Minha primeira trilha em Petrópolis ocorreu a menos de uma semana atrás.

Acompanhada de três amigos, subi até os 1245 metros de altura do Monte Castelinho ou "Meu Castelo" .... coisa linda !
A duração da trilha fica em torno de uma hora pra ir mais uma hora para voltar, quase toda acontece em área aberta, em dia de sol, com o astro rei esquentando o esqueleto.


E no domingo que subimos estava com um vento muito, muito forte mesmo !
Mas depois de um ameaça de tempo feio, que se desfez logo que começamos a trilha ... o ânimo de subir até o destino estava presente.
Ao lado, já saída da área coberta de vegetação, começa a aparecer o Morro da Torre do Morin ... junto com a vontade es subir até o topo dele, é claro.
Na foto ao lado, à direta, eu com o Morro do Morin e seus 1541 metros de altitude ....
Mais voltando à trilha.
Ela é considerada uma trilha fácil e é muito popular entre o petropolitanos.
Tem ainda um atalho que leva a uma represa, mas não fomos até lá, uma pena.
Li alguns relatos, de trilheiros que fizeram uma visita ao espelho d'água, e descobri que se chega lá tomando a entrada ,à esquerda, da bifurcação pela qual passamos, ainda na parte com muita vegetação.
Deve estar relacionado ao córrego pelo qual passamos por cima, na subida e descida da trilha. 
A caminhada tem trechos de pedra, como paralelepípedos.
Outros trechos são como escadarias.
Mas no geral na terra mesmo, e em pedra na parte mais alta.



Consegui ver, lá de cima, o Maciço da Tijuca, o da Pedra Branca e o do Tinguá.
Possível identificar algumas de nossas montanhas.
A Ilha de Paquetá e do Governador com a Ponte Rio-Niteroi.
Inacreditável !!



Alás, essa foto ai de cima, me trouxe a imagem da curiosa "Pedra Mãe e da Agulha do Itacolomi".
Vi pela primeira vez num programa de TV onde um helicóptero sobrevoa paisagens do Brasil e do mundo .... algo encantador.
Eu não lembrava o nome dela mas quando a vi tinha certeza que era alguma coisa que eu já conhecia.






Yogando ... abaixo !!
Yogando ...
Yogando ...
E como foi estar naquele vento forte !?!






Estivemos lá em fevereiro de 2020 !!



sexta-feira, 31 de maio de 2019

Volta Redonda ....

Não foi bem, assim, um mochilão, afinal estas duas cidades estão no Estado do Rio de Janeiro, no chamado, Vale do Café.
Mas me valeu a aventura pois nunca havia estado, em nenhuma das duas.
E eu dormi duas noites fora de casa por conta desta aventura .... então, foi um pequeno mochilão !!
Sair do Bairro de Campo Grande me fazia economizar tempo e dinheiro.
A passagem de ida, à partir deste bairro da Zona Oeste, sairia por R$ 32,04 - Viação Cidade do Aço.
Se saísse da Rodoviária Novo Rio, o ônibus para Volta Redonda passaria de R$ 40,00, fora o tempo a mais perdido.
Levei quase três horas para sair do Rio e chegar a Volta Redonda.
O trânsito em Campo Grande estava intenso, até deixar o bairro e o município e também, era sexta-feira.
Mas estou viajando a passeio, não a trabalho .... então vamos relaxar !!
Encontrei minha anfitriã na rodoviária e, como ela estava de carro, já aproveitou para fazer um recorrido pela cidade.
Infelizmente por ser noite, e ter deixado minha câmera no carro, não fiz imagens.
No dia seguinte, com o sol no alto, revisitei os locais apresentados para fazer as imagens .... mas a história, eu já conhecia.
A também chamada Cidade do Aço é quase que temática. 
Digo isso pois o seu símbolo está em todo lugar, uma espécie de linha em curva com um traço caindo por sobre, fazendo uma interseção .... olha aí, na loto ao lado, meus pés na cerâmica de piso.

E por falar em curva, o nome da cidade, Volta Redonda, veio por causa de uma das curvas do Rio Paraíba do Sul que, aqui na região, forma quase um 360 graus de contorno, ou seja, quase fecha um círculo .... legal, né ?
Embora não seja, propriamente, uma cidade turística .... tem umas coisas bem interessantes !!
Posso indicar uma volta na região mais central, a começar pela rodoviária seguindo para a esquerda, tendo a frente, as instalações da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), que é a maior usina, deste tipo, em toda a América Latina.

Aliás, não só a maior empresas siderúrgicas da América Latina.
A CSN é uma das maiores do mundo, e está em atividade desde 1941.  
Seguindo esta reta, logo encontramos o Sidershopping ... não é difícil imaginar a razão deste prefixo "sider" e o nome do shopping.
Assim , você logo encontrará a Praça Brasil.
É uma das mais importantes áreas públicas da cidade de Volta Redonda.
Sua construção foi iniciada em 1954, mas só foi inaugurada no ano de 1957.
Atualmente está tombada como patrimônio municipal.
Está ornada com o conjunto de quatro esculturas, mais um obelisco no centro de um lago.
O obelisco está esculpido em alto-relevo com as diversas etapas da fabricação do aço.


As esculturas são em bronze e, dentre elas, a de um trabalhador da CSN e a do Presidente Getúlio Vargas.
A praça também tem um outro lago, colorido e com chafariz, mas por ocasião de minha visita, seu reservatório estava vazio.
Achei a arquitetura da Biblioteca Municipal Raul Leoni fantástica.
Além de ser um prédio super interessante, ela é a maior biblioteca do sul fluminense.
Tem atualmente mais de 15 mil leitores cadastrados.
 Outro espaço de muito valor, aberto para exposições e eventos, é o  Monumento de Zumbi dos Palmares.
Tem localização em parte privilegiada, no centro da cidade, sendo composto por um anfiteatro e área para exposições diversas.
Ocupa o espaço de uma quadra, como uma imensa praça.
Foi inaugurado no dia 1 de junho de 1990.
Foi declarado patrimônio por decreto municipal, em 1992. 
 Uma parada para um lanchinho básico ... mas básico mesmo pois o quilograma aqui, no Royal Supermercado, é caríssimo !!
Capivaras passeando (comendo) às margens do Rio Paraíba do Sul. 
Fiquei com um pouco de medo delas e tirei a foto de cima de um banco de parada de ônibus.


Entardecer em Volta Redonda !!
Volta Redonda foi o primeiro dos dois dias da minha viagem, daquele final de semana ....
Depois fui para Barra do Piraí ... mas isso já é outra história.



Estive lá em maio de 2019 !!