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sexta-feira, 31 de maio de 2019

Volta Redonda ....

Não foi bem, assim, um mochilão, afinal estas duas cidades estão no Estado do Rio de Janeiro, no chamado, Vale do Café.
Mas me valeu a aventura pois nunca havia estado, em nenhuma das duas.
E eu dormi duas noites fora de casa por conta desta aventura .... então, foi um pequeno mochilão !!
Sair do Bairro de Campo Grande me fazia economizar tempo e dinheiro.
A passagem de ida, à partir deste bairro da Zona Oeste, sairia por R$ 32,04 - Viação Cidade do Aço.
Se saísse da Rodoviária Novo Rio, o ônibus para Volta Redonda passaria de R$ 40,00, fora o tempo a mais perdido.
Levei quase três horas para sair do Rio e chegar a Volta Redonda.
O trânsito em Campo Grande estava intenso, até deixar o bairro e o município e também, era sexta-feira.
Mas estou viajando a passeio, não a trabalho .... então vamos relaxar !!
Encontrei minha anfitriã na rodoviária e, como ela estava de carro, já aproveitou para fazer um recorrido pela cidade.
Infelizmente por ser noite, e ter deixado minha câmera no carro, não fiz imagens.
No dia seguinte, com o sol no alto, revisitei os locais apresentados para fazer as imagens .... mas a história, eu já conhecia.
A também chamada Cidade do Aço é quase que temática. 
Digo isso pois o seu símbolo está em todo lugar, uma espécie de linha em curva com um traço caindo por sobre, fazendo uma interseção .... olha aí, na loto ao lado, meus pés na cerâmica de piso.

E por falar em curva, o nome da cidade, Volta Redonda, veio por causa de uma das curvas do Rio Paraíba do Sul que, aqui na região, forma quase um 360 graus de contorno, ou seja, quase fecha um círculo .... legal, né ?
Embora não seja, propriamente, uma cidade turística .... tem umas coisas bem interessantes !!
Posso indicar uma volta na região mais central, a começar pela rodoviária seguindo para a esquerda, tendo a frente, as instalações da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), que é a maior usina, deste tipo, em toda a América Latina.

Aliás, não só a maior empresas siderúrgicas da América Latina.
A CSN é uma das maiores do mundo, e está em atividade desde 1941.  
Seguindo esta reta, logo encontramos o Sidershopping ... não é difícil imaginar a razão deste prefixo "sider" e o nome do shopping.
Assim , você logo encontrará a Praça Brasil.
É uma das mais importantes áreas públicas da cidade de Volta Redonda.
Sua construção foi iniciada em 1954, mas só foi inaugurada no ano de 1957.
Atualmente está tombada como patrimônio municipal.
Está ornada com o conjunto de quatro esculturas, mais um obelisco no centro de um lago.
O obelisco está esculpido em alto-relevo com as diversas etapas da fabricação do aço.


As esculturas são em bronze e, dentre elas, a de um trabalhador da CSN e a do Presidente Getúlio Vargas.
A praça também tem um outro lago, colorido e com chafariz, mas por ocasião de minha visita, seu reservatório estava vazio.
Achei a arquitetura da Biblioteca Municipal Raul Leoni fantástica.
Além de ser um prédio super interessante, ela é a maior biblioteca do sul fluminense.
Tem atualmente mais de 15 mil leitores cadastrados.
 Outro espaço de muito valor, aberto para exposições e eventos, é o  Monumento de Zumbi dos Palmares.
Tem localização em parte privilegiada, no centro da cidade, sendo composto por um anfiteatro e área para exposições diversas.
Ocupa o espaço de uma quadra, como uma imensa praça.
Foi inaugurado no dia 1 de junho de 1990.
Foi declarado patrimônio por decreto municipal, em 1992. 
 Uma parada para um lanchinho básico ... mas básico mesmo pois o quilograma aqui, no Royal Supermercado, é caríssimo !!
Capivaras passeando (comendo) às margens do Rio Paraíba do Sul. 
Fiquei com um pouco de medo delas e tirei a foto de cima de um banco de parada de ônibus.


Entardecer em Volta Redonda !!
Volta Redonda foi o primeiro dos dois dias da minha viagem, daquele final de semana ....
Depois fui para Barra do Piraí ... mas isso já é outra história.



Estive lá em maio de 2019 !!

domingo, 15 de março de 2015

Parque Nacional das Cataratas do Iguaçu

Dirigido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão federal responsável pela gestão das Unidades de Conservação do Brasil, o Iguaçu é exemplo de integração entre a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais.
O Parque nacional do Iguaçu, criado em 1939, pelo Decreto N° 1.035, abriga o maior remanescente de floresta Atlântica (estacional semidecídua) da região sul do Brasil.
O Parque nacional do Iguaçu, criado em 1939, pelo Decreto N° 1.035, abriga o maior remanescente de floresta Atlântica (estacional semidecídua) da região sul do Brasil.
O Parque protege uma riquíssima biodiversidade, constituída por espécies representativas da fauna e flora brasileiras, das quais algumas ameaçadas de extinção, como onça-pintada (Pantheraonca), puma (Puma concolor), jacaré-de-papo-amarelo (Caimanlatirostris), papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea), gavião-real (Harpia harpyja), peroba-rosa (Aspidospermapolyneutron), ariticum (Rolliniasalicifolia), araucária (Araucariaaugustifolia), além de muitas outras espécies de relevante valor e de interesse cientifico.
Essa expressiva variabilidade biológica somada à paisagem singular de rara beleza cênica das Cataratas do Iguaçu, fizeram do Parque Nacional do Iguaçu a primeira Unidade de Conservação do Brasil a ser instituída como Sítio do Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO, no ano de 1986.
Unido pelo rio Iguaçu ao Parque Nacional Iguazú, na Argentina, o Parque integra o mais importante contínuo biológico do Centro-Sul da América do Sul, com mais de 600 mil hectares de áreas protegidas e outros 400 mil em florestas ainda primitivas, responsabilidade ímpar para ações conjuntas entre brasileiros e argentinos nos esforços de preservação deste tão importante patrimônio mundial.
Para apreciar as cataratas do Iguaçu em toda sua magnitude, visite o Parque Nacional do Iguazú, na Argentina. 
A entrada do parque é assim:



Na bilheteria, verifica-se uma tabela que vai se diferenciar para cada tipo de público que visita o parque.
Tem valor para estrangeiro, valor para estrangeiro do MERCOSUL, para brasileiro que vive próximo a Foz do Iguaçu e brasileiros de outras áreas.
No meu caso, sou brasileira, mas não residente na região periférica de Foz do Iguaçu. 
O bilhete inteiro pago foi de R$ 31,40. Ao se, efetivamente, entrar no parque, somos direcionados a uns ônibus bonitos e estilizados com figuras de animais que habitam o local ... fotografei alguns deles:




Dai, a aventura, realmente, começa ....
Depois de uns 10 minutos, chegamos a área de desembarque para quem fará a trilha das cataratas, junto ao charmoso Hotel Iguaçu. 
Estou escrevendo assim pois existem duas paradas para trilhas alternativas, e que deverão ser pagas à parte, pois não estão incluídas no bilhete supra-citado.
Inclusive, levam aos passeios dos que querem navegar junto às quedas d'água.
É possível observar diversos animais, da fauna do parque, ao longo do passeio. 

Quem logo vem nos recepcionar são estes mamíferos aí.

Mesmo com todos os avisos é difícil resistir, e não dar algo de comer para estes bichinhos (os quatis), mesmo que seja somente para que eles cheguem (tão perigosos, mas tão fofos) pertinho da gente !!





Descendo a rampa inicial, podemos ter o contato com a primeira visão do que são as cataratas do Rio Iguaçu .... aquele esfumaçado do vapor d'água !!
.... agora mais perto ....
... agora um pouco mais perto !!!
Já é possível até observar os barquinhos de quem contratou aquelas trilhas extras ....um delas tém aventura desde o começo do passeio, o Macuco Safari inicia com uma trilha na mata atlântica, percorrida em carreta puxada por carro elétrico, que permite uma visão geral de todo o cenário. 
Durante o percurso pela selva, guias explicam sobre a fauna e da flora do Parque.
E seguimos para o grande visual que está na garganta do Diabo.
 Diversos momentos ....


























































Estive lá em Fevereiro de 2015 !!
Mais informações no site:  www.iguazuargentina.com
Caso tenha sugestões para melhorar nossos serviços, entre em contato:
ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
Fone: 55 (45) 3521 8383